sábado, 9 de julho de 2011
"E por isso eu sempre afirmo: Forte de verdade é quem consegue continuar lutando, mesmo quando tudo dá errado. Corajosas são as famílias que mesmo com escassos recursos, lutam bravamente. Famílias que ficam longe de casa, morando em pensões ou hotéis de qualidade duvidosa, pois é a única coisa que podem pagar. Outros, que sem condições de pagar pensões, ficam em casas de apoio, muitas vezes em situação precária. Pais e mães desesperados que, mesmo com o filho doente, não podem se dar o luxo de apenas “parar de trabalhar para cuidar do filho”. Mães que recebem, na mesa do médico, a resposta que nenhuma de nós quer ouvir: “Infelizmente o tratamento não está surtindo o efeito que gostaríamos”.

Pais que perdem o filho para o câncer e mesmo assim continuam envolvidos na luta contra esta doença traiçoeira, são pessoas verdadeiramente fortes e corajosos. Estas pessoas são exemplo pra mim. É diante destas pessoas que me sinto uma pessoa qualquer, como a grande maioria dos cidadãos deste mundo, que pouco se envolve com o problema dos outros."

 Carol C. Varela no blog "VidAnormal"

Para saber mais:

- Ana Luiza: Uma lição de vida
- Gentileza
- Jornada Contra o Câncêr
- Menina Amazonense que lutava contra o câncer

2 comentários:

lugar_teu disse...

fico sempre com o coração apertadinho quando sei destas noticias. penso se poderia ter feito alguma coisa mais que viver a minha vida.
Cá em Portugal tornei-me dadora de medula ossea... acho uma boa maneira de começar a ajudar.. afinal, nunca se sabe quando é que vamos poder ajudar a salvar uma vida tão importante quanto a nossa. É pouco, mas é alguma coisa.
Como é que no Brasil funciona a dádiva? Há outras maneiras de ajudar?
bjo*

Natália disse...

Além da doação de medula, há a doação de sangue. Sou doadora do ultimo, com carteirinha e tudo :)

Ajudar como eu posso, porque eu nunca sei quando eu precisarei ser ajudada. :)

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