quinta-feira, 26 de junho de 2014
Compreendo quando dizes que toda a gente tem resposta.

Fly

Tudo deve ter um nome, e eu não compreendo quando até o que considero etéreo e pouco conhecido um nome tem. Como quando tudo é simplesmente catalogado em real e não real, possível e não possível, variando apenas na intensidade. Essa intoxicação de informações me irrita, agonia. A incredulidade me deixa tensa, como se tudo precisasse de um sacolejo violento, como se todas as pessoas precisassem ser desligadas da realidade e lembrarem que o que está dentro, os devaneios, são tão importante quanto! Os sonhos morrem diante das possibilidades e procura-se permanecer num estado de catatonia. Para isso também há um nome, é considerado autoaceitação, N O R M A L I D A D E..
Tenho que fugir disto em silêncio, sempre, para não sofrer a retaliação, o julgamento, a condenação. (E sei que há tantos no mesmo estado que eu)

Para um Lugar Teu, que nunca me deixa esquecer

2 comentários:

Comando Literário disse...

Me identifiquei, tipo level mil !
Parabéns, adorei os versos que falam um pouco de muitos !

Abraços !
www.comandoliterario.blogspot.com.br

Lugar Teu disse...

Já tinha visto sua mensagem faz tempo mas me esqueci dela.
Hoje, ao rele-la, não há como me identificar com tis palavras. Sempre a normalidade a impedir-nos de voar mais alto, de sonhar a cada instante.
Por mais que tente, não entendo como é possível existirem pessoas vivendo segundo listas. Listas de planos, de frases, de sentimentos. Se tem nome, existe, se não tem, ninguém dá chance.
É triste ver quanta gente perde o melhor do mundo por não querer sentir sem pré-conceitos. E mais triste ainda ver gente tentando a ser tratada como louca...

Obrigada Natália por estas palavras!

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